quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Cesar - Capela de Vilarinho

Postal da Capela de Vilarinho, inicio do século XX.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Cesar

Estrada da Gândara e "Casa Flôr do Campo".

Postal do inicio do século XX.

Cesar

Postais de Cesar, inicio do século XX.



segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Portaria tipica de Oliveira de Azeméis

Portaria tipica (Oliveira de Azeméis), aguarela de João Marques.

Imagem retirada da Ilustração Portugueza, No. 486, Junho 14 1915 - 30.


Castro de Ul

"No cimo de um monte, cota de 98 m., que se levanta a cavaleiro da confluência dos rios da Ínsua e de Ul, junto ao lugar do Castro, existem ainda os vestígios de uma antiga fortaleza.
Dada a situação, o valor militar a posição em que estava edificada e a natureza dos vestígios nela encontrados, entre os quais abundam restos de cerâmica de construção romana, somos levados a crer que na origem teria sido um castro lusitano, um florescente oppidum à chegada dos Romanos. Estes teriam aproveitado e transformado o castro lusitano, segundo a sua técnica castrense, para que servisse de base militar de ocupação e administração, e bem assim de guarda da passagem do rio Ínsua e da estrada militar de Conímbriga a Braga. Como já dissemos, foram ali encontradas várias inscrições lapidares e um marco miliário, o qual está exposto no átrio da Câmara Municipal de Oliveira-de-Azeméis (Actualmente encontra-se na Rua Dr. Bento Carqueja, junto da Igreja Matriz)."

Imagem e texto: Roteiro dos Monumentos Militares Portugueses, de João de Almeida, 1945, pág. 82/83

Citânia do Crasto

"No cimo do monte denominado Crasto, 398, que se levanta quase a prumo sobre a margem direita do ria Caima, na freguesia de Ossela, situado a 6km. a sudeste da vila de Oliveira-de-Azeméis, existem ainda vestígios de uma antiga fortaleza.
Dada a sua situação, numa posição de grande valor militar, e a natureza daqueles vestígios, é de supor que na origem houvesse consistido num castro lusitano, que os Romanos teriam aproveitado, segundo a técnica castrense, para constituir uma forte base militar da sua ocupação. Por ele passava a estrada romana, que, vinda de Talagriga e subindo ao longo da margem direita do Caima, prosseguia para Macieira-a-Velha, Crasto de Arouca e Castelo de Paiva. Esta fortaleza, que se supõe haver sido destruída pelos Vândalos em 411, teria sido logo restaurada pelos Alanos, se é que no local não foi levantado um castelo medieval, no ano de 585, pelos Visigodos. Tomada pelos Mouros em 715, teria mais tarde desempenhado papel de grande relevo nas lutas entre Mouros e Cristãos."


Imagem e texto: Roteiro dos Monumentos Militares Portugueses, de João de Almeida, 1945, pág. 79/80